quinta-feira, 22 de agosto de 2013

ARANHA MOLA - TECNOLOGIA ASSITIVA

Tecnologia Assistiva é um termo inserido na nossa atualidade, utilizado na identificação de Recursos e Serviços que veem contribuindo e promovendo a ampliação de habilidades funcionais de pessoas com deficiência tendo como objetivo proporcionar uma vida mais autônoma, com qualidade de vida  e dependendo do instrumento utilizado ampliando a comunicação, mobilidade e até mesmo aumentando as possibilidades de aprendizagem do indivíduo.
Existem diversas categorias das tecnologias assistivas que são classificadas de acordo com suas funcionalidades, mas nessa ocasião vou destacar aqui as órteses.
Órtese “é um apoio ou dispositivo externo aplicado ao corpo para modificar aspectos funcionais ou estruturais do sistema neuromusculoesquelético para obtenção de alguma vantagem mecânica ou ortopédica.” (Wikipédia) Ou seja, é um ajuste do corpo com funcionamento comprometido que necessita de um recurso ortopédico para facilitar e dar mais independência nas atividades cotidianas e escolares.
Na escola um das atividades mais corriqueiras é a escrita. “Ao escrever, a criança estabelece novas relações com o meio, internaliza conceitos expõe suas idéias, ressignifica seus conhecimentos a respeito da língua escrita, registra-os e comunica-os.” (Bersch;Sartoretto, 2010, p.10)
Um exemplo de órtese bastante utilizado é a  Aranha Mola, um instrumento de fácil utilização que auxilia na escrita de pessoas com algum tipo de trauma ou seqüela nas mãos.



  • Modelo:

Receptor de lápis, caneta e pincel.
  • Objetivo:

Aranha Mola ou facilitador para escrita é um receptor de lápis ou caneta cujo objetivo é reeducar, estabilizar ou auxiliar o movimento da escrita, controlando a atividade de pinça com realinhamento articular. Pode ser usada entre quaisquer dedos.
  •             Função:

Atividade controlada da pinça polpa-polpa com realinhamento articular.
  •             Sugestão Terapêutica:

Sequelas de mão hemiplégica, traumatologia (pós-operatório polegar), casos específicos de reeducação da mão.

Observações gerais do produto:

Confeccionado em arame flexível e revestido em plástico resistente.






REFERÊNCIA BIBLIORÁFICA:

BERSCH, Rita de Cássia Reckziegel; SATORETTO, Mara Lúcia. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: recursos pedagógicos acessíveis e comunicação aumentativa e alternativa v. 6- Brasília: MEC/SEESP [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010.

 FONTES:



quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Professor de AEE: A mola propulsora dentro da escola quando se fala de Inclusão.

O PAPEL DO PROFESSOR DE AEE


O professor do Atendimento Educacional Especializado- AEE tem um importante papel na vida do aluno especial não só educacional, mas social também. É ele o responsável por dar orientações a família e aos demais profissionais da escola. De orientar e incentivar o próprio aluno em variados aspectos: cognitivo, motor, postural, social etc. Mas isso tudo não é aleatório, existe um direcionamento baseado em documentos formais que descrevem suas funções. Segundo a Resolução nº 4, de 2 de outubro de 2009, no seu artigo 13, são atribuições do professor de AEE: identificação e elaboração de materiais pedagógicos assim como acompanhar sua funcionalidade e aplicabilidade; elaboração e execução do plano de AEE; estabelecimento de parcerias intersetoriais que visem uma maior acessibilidade; orientação às famílias e professores; usar também as tecnologias assistivas e ensiná-las aos alunos; articulação e parceria com o professor da sala regular buscando estratégias que visam a acessibilidade e autonomia em sala de aula e nos demais ambientes da escola. Como se pode ver, através do descrito no documento acima são muitas as atribuições do professor de AEE e cada uma dessas funções com suas respectivas importâncias no processo educacional do alunado. Baseado nas funções acima se pode dizer que o professor de AEE é a mola propulsora dentro da sua escola (e das adjacentes também, se houver) quando nos referimos à inclusão.
Uma das importantes ações e diferenciais que ocorre na prática do professor de AEE é o estudo de caso que é o desenvolvimento da fase inicial, uma fase de apropriamento dos dados do aluno onde é possível conhecê-lo mais a fundo tanto no aspecto escolar como nos aspectos social e familiar. Isso tudo é possível através do desenvolvimento das etapas a seguir: apresentação do caso, esclarecimento do problema, práticas de conversa com a equipe escolar onde serão ouvidas suas queixas e suspeitas, entrevista com os pais ou responsáveis pela criança para poder diagnosticar possíveis causas da deficiência desde sua gestação; observação do aluno no ambiente escolar (sala de aula e demais dependências da escola); avaliação diagnóstica do aluno, em seguida a identificação da natureza do problema e posteriormente a resolução do problema.
Essas etapas são responsáveis pelo direcionamento da elaboração do plano de AEE. A partir desses procedimentos o professor não só amplia suas possibilidades de sucesso no seu atendimento como também no desenvolvimento e aprendizagem do aluno atendido na sala de recursos multifuncionais nas áreas desejadas, ou seja, será trabalhado com parcerias, materiais adaptados e práticas diferenciadas, específicas e variadas, de modo que venham estimular as habilidades deficitárias do indivíduo com vistas ao seu avanço no que diz respeito ao ambiente escolar e familiar e autonomia nos aspectos cognitivo, motor, afetivo e social. O plano de AEE é uma arma essencial para o desenvolvimento dos objetivos previstos pelo professor de AEE para se trabalhar as habilidades necessárias do aluno em questão, e é através dele que o mesmo se baseia e faz uma avaliação contínua dos avanços do aluno e o que precisa ser readaptado. Em suma, o plano de AEE é um norteamento para o professor, e é acima de tudo um instrumento “de previsões” voltado para um aluno especificamente que faz com que o mesmo possa ter avanços direcionados as suas necessidades da maneira mais específica possível.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICO:
BRASIL. RESOLUÇÃO Nº 4, de 2 de outubro de 2009.


terça-feira, 21 de maio de 2013

Vídeo Help Desk na Idade Média






O vídeo Help Desk na Idade Média demonstra de maneira bem humorada algo que acontece com todos nós quando estamos diante do novo. São momentos de reflexão ( pra não dizer que se tá quebrando a cabeça) e total insegurança para se adaptar e conseguir usar algo que não é de nosso conhecimento. Naquela época era o livro e atualmente é o computador, celulares de última tecnologia, Ipads, e-books etc. Hoje, não está conectado é sinônimo de ser “Homem das Cavernas” ou pelo menos “ Da Idade Média”.
Vale a pena assistir.

Vídeo Did You Know 2.0







No vídeo Did You Know 2.0 é retratada a nossa atualidade que tem interferência direta da tecnologia. Trata da globalização de informações e ações do mundo tecnológico e da realidade que se mistura cada vez mais com o mundo virtual. Chegando a conclusão até da existência do mundo antes e depois do Google. Fala ainda da influência da tecnologia até mesmo em algo (que para mim era impensável), o aumento da Língua Inglesa que cresceu nos últimos anos substancialmente a partir da linguagem tecnológica, das redes sociais e do mundo da computação.
Das profissões dos jovens, que ingressaram e ingressarão em cursos novíssimos e que serão os profissionais do futuro com profissões ainda não criadas, aquelas que daqui há alguns anos serão indispensáveis para o desenvolvimento das nações. Ou seja, a tecnologia é mesmo algo incrível, que está ligada a nós mesmo quando a negamos, mesmo quando não percebemos que tão perto de nós.
E a cada dia, a cada segundo, a tecnologia cresce de maneira exponencial. É a tecnologia que dita as regras e influi no nosso cotidiano, e até mesmo no nosso relacionamento familiar. Por um lado torna um familiar tão distante, pelo fato do mesmo só querer estar conectado, fechado no seu território chamado quarto na frente do computador por horas intermináveis. Por outro lado, essa tal comunicação nos une e estreita laços, diminui distâncias. Nos faz entrar em contato com pessoas que não vemos há anos. “E assim caminha a humanidade”, a cada momento rumo a mais e mais tecnologia.




Leitura Prazerosa

O site da Revista Nova Escola nos convida a fazer diversas leituras prazerosas sobre a realidade da educação inclusiva na atualidade em diversas partes do nosso país. Mostrando que quando se tem alguns pontos juntos: sensibilidade, compromisso e esclarecimento sobre o assunto, podemos mostrar que diferente não é deficiente, e sim é mais um que vem acrescentar não só no âmbito educacional, mas também no humanitário. Nós como instituição e como profissionais da educação, ainda temos muito que aprender sobre INCLUSÃO, mas para isso precisamos deixar de lado nosso preconceito e temores e dar espaço ao conhecimento sobre o assunto que para dessa forma possamos passar para os alunos o quão é importante se incluir. Pois quando se inclui o aluno na escola desde o início da sua vida escolar, os demais em vez de o perceberem como incapaz ou coitadinho ou até mesmo como um doente, vão vê-lo como parceiro, criando laços, respeitando-o e percebendo assim seu potencial.
A conclusão que chego ao ler e me deliciar com as reportagens do referido site (que para mim são uma lição de vida) é que a inclusão é possível SIM, basta que acreditemos nessa causa tão nobre.

FONTE:
NOVA ESCOLA. Edição Especial Inclusão- Especial NOVA ESCOLA, 2009a. Disponível em:revistaescola.abril.com.br/edicoes-especiais. Acesso em: 09/05/2013


CONQUISTAS E DESAFIOS NA EAD


A educação a distância (ead) a cada dia ganha mais espaço e mais força no contexto atual. São novas oportunidades que surgem, principalmente de aprimoramento profissional. Junto da ead há a possibilidade de adequação de horários e a superação da distância e espaço físico.
Características como as citadas acima foram decisivas para a minha inserção no curso de especialização em Atendimento Educacional Especializado - AEE. E hoje estar participando do curso é uma conquista, pois estou especializando-me em algo que já atuo, mas só que de forma “intuitiva”. E que agora tenho a oportunidade de aliar e fundir as duas partes primordiais da educação, que são a teoria e a prática.
Mas nem tudo são flores, pois muitas são as dificuldades e os desafios. Assim como o tempo é algo que pode contar a favor nessa modalidade de ensino, também pode pesar negativamente se não for bem administrado. Se ele não for bem utilizado, o cursista pode acumular conteúdos e tarefas.
Para evitar tal situação, nós, alunos de cursos on-line, devemos estar cientes das responsabilidades estando sempre comprometidos com as atividades propostas e com o prazo de entrega. E para superar a cada dia e a cada momento a falta desse tão precioso tempo, que é ferramenta primordial para nosso sucesso no curso, devemos ter sempre em mente que somos os gestores do nosso tempo.
Mas além desse fator, temos outros que também são determinantes como: a acessibilidade, a interação e acima de tudo o estímulo que deve estar presente durante todo o curso.
Entendo que a modalidade de ensino a distância tem como ator principal o aluno. Ele é o responsável por um ambiente físico agradável para seus estudos, reflexões, conclusões e ainda pela administração de como se dará os seus estudos no decorrer do curso.
Sugiro que na plataforma TelEduc (ou mesmo no e-mail) seja disponibilizado um lembrete individualizado para aqueles que estão com o prazo terminando para realização de alguma atividade. Ou caso isso não seja possível, que pelo menos na página com a lista dos fóruns tenha a data limite para entrega das atividades de forma que possa nos chamar atenção sempre que estivermos acessando a plataforma.